header dmoreaux - Por D\'Moreaux

Primeiro foi o fonógrafo de Edison. Depois, usando o mesmo princípio de gravação, os discos de 78, seguidos pelos de 45 e, mais tarde, os de 33. A tecnologia se tornou obseleta com o surgimento das gravações digitais com leitura a laser, que encontrou sua forma mais popular no CD. Que por sua vez, foi desbancado pelo MP3 como modo mais prático de guardar música (não vou entrar no mérito de discutir qual é a melhor mídia, é uma longa discussão que depende muito de gosto e do seu grau de apreço pela qualidade do som).

No meio dessa pequena história dos suportes musicais, houve diversas (inúmeras) mídias que não vingaram, ou que foram coadjuvantes até se tornarem obsoletas. Alguém se lembra do mini-disc, que tentou substituir fitas cassete e CDs nos tocadores de música portáteis, e foi prontamente posta a nocaute com o surgimento dos mp3 players?

E os cassetes? Antes da propagação dos CDs graváveis, os cassetes reinaram como mídia portátil e suporte de coletâneas para festas, impressionar garotas e/ou encher o saco dos amigos com novidades.

Mas o que fazer com os cassetes que você gravou/ganhou ao longo de anos? Todos os programas de rádio, suas compilações, suas “ripagens” de CDs emprestados?

Ligar a saída de áudio do toca-fitas na entrada do seu PC é coisa do passado. O produto que muitos de vocês esperavam para eternizar suas fitas em MP3 existe. Um drive de cassete para computadores! Não sei se ele tem muito uso depois que você passar todas as suas fitas para o HD, mas pode ser uma boa opção para gravar fitas em vez de carregar um iPod. Quem vai querer roubar um walkman de fita nesses tempos modernos?

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