
Lula acusado de corrupção.
Golpe de estado derruba premiê tailandês.
Muçulmanos querem novo pedido de desculpas do Papa.
Kelly Key lança novo álbum.
Precisa de mais?

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Depois do Beija Sapo, Daniela Cicarelli apresenta o Senta Na Cobra.
Não sei se foi jogada de marketing ou se ela deu mole.
Eu sei que o vídeo da Daniella Cicarelli e seu novo namorado (who cares?) fazendo amor numa praia semi-deserta na Espanha é o hit da hora.
O vídeo já foi removido do Youtube, mas já está no Pornotube
Ainda não consegui ver (trabalho, trabalho, Maldita…), mas já comentaram que é a melhor atuação da apresentadora, e o melhor videoclipe do ano.

8? 16? 32? Sixty foooooooooour!
Mais um post temático, agora com quatro bandas/projetos ligadas a videogame. Liguem seus emuladores!
A banda de Sacramento, EUA, faz covers de músicas famosas de jogos do NES como Castlevania, Double Dragon, Megaman e Ducktales. Já possuem dois álbuns lançados, The Advantage e Elf Titled, e estão em uma turnê japonesa onde devem fazer um sucesso imenso! É engraçado ouvir essas versões com guitarra e bateria.
Esse é um projeto composto por dois über-nerds conhecidos pelas iniciais LKN e MGP também de Sacramento, EUA. Mas os dois não fazem covers, eles tentam criar músicas de videogame com um toque rocker. O álbum, também chamado de The 32-Bit Handhelds, é composto por faixas/leveis (cada faixa corresponde a um level, como em jogo) descontraidamente pop desde a 8-bit instrumental Fidel Casio até a geeky ADVENT.

A banda sueca é formada por dois caras que encarnam as personas Elvis Creep e Deus Deceptor que como o Daft Punk escondem os rostos com capacetes. Diferente do 32-Bit Handhelds, fazem um som atual (electro-punk-disco-qualquer coisa) com persistentes toques de videogame da era 8-bit; a própria banda se denomina como a única “nintendo-death-punk band” da Suécia. What You Didn’t Know When You Hired Me lançado esse ano é o único álbum da dupla.
Tom 7 começou um projeto em 2000 com o qual propunha a criação de um álbum inteiro em apenas um dia. Dentre outros frutos surgiu o Tom 7 Entertainment System que soa exatamente como as musicas de videogame de outrora. É o chamado Chiptune que para alguns pode parecer meio bobo e primitivo, mas é bastante nostálgico. Prolífico ao extremo, Tom disponibiliza mais de 100 músicas no site oficial do projeto.


E para quem ainda não viu :

Há quem odeie Strokes. Há quem odeie Yeah Yeah Yeahs. Há quem tenha ojeriza a qualquer coisa nova. Eu, em particular, adoro conhecer bandas novas (mas confesso que me sinto mais satisfeito ao re-descobrir um artista antigo obscuro).
Bem, é fato que a internet fez com que novos artistas tivessem o poder de atingir muito mais gente mais rapidamente (e ao mesmo tempo gerou uma maior concorrência pela atenção de quem gosta de música). Alguns artistas conseguiram atenção do público, de gravadoras, mas se destacam entre seus contemporâneos por produzirem pérolas de ruindade, que daqui a 20 anos serão tocadas na Ploc 00, causando em quem escuta um certo “guilty pleasure”.
Então não perca tempo: comece a odiar essas bandas hoje!
Keane

O que dizer de uma banda tem popularidade entre adolescentes, toca direto na rádio, não merece nenhum crédito por seu trabalho enquanto arte, é alvo fácil da crítica e se pretende como banda de rock? Não, não estou falando do Keane, e sim do Jota Quest. Mas sim, tudo que eu disse pode ser aplicado ao Keane. E o simples fato de eu poder correlacionar uma banda com o Jota Quest a torna um dos maiores erros do showbiz da atualidade.
Além disso, Tom Chaplin é a mistura do Slot drogado com o Rock Dennis, ou seja, uma espécie de aborto, tudo que você não deve ter em um frontman (a não ser que você esteja em uma banda punk e queira um vocal freak).
The Darkness
Você forma com seu irmão uma banda de hard rock farofa, com vocais deliberadamente inspirados no Queen e faz sucesso com um single. OK, até o Massacration fez sucesso com sua paródia de “maior banda de heavy metal do mundo”. Exceto que… Meu Deus, o Justin Hawkins se leva a sério! Esqueceram de avisar a ele que qualquer piada, seja ela boa ou ruim, tem que ser curta, tem que terminar. E o Darkness segue para o terceiro disco, com Justin Hawkins cheio de pó e se acreditando artista. (PS: o descrédito dele começa na escolha da influência — Freddie Mercury. Se é para imitar o bigodudo, pelo menos faça o favor de morrer).

Então, o segundo disco do Scissor Sisters, chama-se Ta-Dah! Não dá pra ser mais gay que isso, né?
Claro que dá. É só chamar Elton John pra tocar piano no single.
Pra ver como ficou, corre no myspace deles. Tem o disco todo por lá, mona.

E ao que tudo indica, só o público carioca viu bons shows do Franz Ferdinand… porque a primeira apresentação do FF como atração principal em SP corre sério risco de não acontecer, já que o Motomix está CANCELADO (pelo menos até o momento, sábado de manhã).
Os organizadores do evento não conseguiram alvará da prefeitura, que negou o documento garantindo que não há segurança no local, o Espaço das Améicas (e com a desculpa de que no último “grande” evento musical em SP, o show do RBD, morreram 3 pessoas), portanto, cancelando o show.
Há o rumor de que o Motomix vai ser dividido em dois dias, no Via Funchal, mas nada está confirmado.
A notícia inteira na Folha
PS: na minha opinião, o cancelamento foi por conta de Bad Karma da Motorola, que faz celulares bonitos mas com a pior interface, os celulares mais user unfriendly de todo o mercado.

Antes de falar qualquer coisa sobre o show, tenho que avisar: nunca, nunca seria como em Fevereiro. Aquele foi antológico, por uma série de fatores. Era a banda certa, no dia certo, pro público certo. É a mesma coisa que comparar a seleção de 2002 com a de 58.
Dito isso, começo. O show de ontem foi muito, mas muito perto do anterior. O mais perto que poderia chegar. E não tô falando (só) do fato da Fundição ser quase nos fundos do Circo. Forçando a barra, poderia dizer que a pior coisa que aconteceu pra apresentação do Franz Ferdinand na Fundição Progresso ontem foi exatamente aquela noite de 23 de Fevereiro de 2006 no Circo Voador.
Forçando a barra, porque não foi só isso que deu errado. Na segunda música, rolou a interrupção. Como uma casa que deu um show do Slayer há alguns dias - até onde sabemos, sem pausa - não se preparou pra empurra-empurra no show do Franz? O som teve altos e baixos durante à noite. E o calor estava beirando o insuportável nas arquibancadas (nem imagino lá na pista) quando finalmente se tocaram de ligar os ventiladores.
Vejam bem, nenhum desses fatores teve a ver com a banda. Esta esteve irrepreensível. Formidável. E outros adjetivos polissilábicos equivalentes. Mais uma vez, Kapranos e cia. deram uma aula de presença de palco e vontade. Devem ter terminado tão suados quanto a galera da primeira fila.
Platéia também está de parabéns. Até fizeram uma mea-culpa quando foram acusados pela organização da casa de tumultuar. Cantar o refrão de Lindsay Wells, b-side, também merece destaque.
Isso aqui nem se propõe a crítica, mas… ‘taqueopariu, me impressiona como Evil And Heathen e This Boy ganham com a interpretação ao vivo dos caras.
Só senti que alguém devia ter se tocado de puxar o “Hoje vai ter uma festa…” no parabéns do Paul. Mas fica pra próxima, que deve ser logo.
(já volto com fotos do show)

Acreditem, o show foi muito melhor que as fotos.
Aproveitando o ensejo, os cinco primeiros primeiros que mandarem fotos boas dos rapazes do FF em ação no show de ontem ganham um button da Hang The DJ. As melhores serão postadas, e a melhor foto ganha uma cerveja na minha conta na próxima edição da festa.
Manda as fotos para: dmoreaux(arroba)hangthedj.com.br

Deus abençoe a internet. Ontem a noite tivemos o show do Franz Ferdinand no Rio, e num momento de empolgação, Nick McCarthy subiu pela estrutura do palco.
O show não foi tão empolgante quanto o primeiro, mas não há do que reclamar. Foi um grande show, não tinha como ser que nem a primeira vez.