
Com esse número, bem que podíamos deixar passar. Aliás, devíamos. Mas faltou criatividade, e como gostamos de edições temáticas, esse podcast é dedicado aos gays.
E lembrem-se, preconceito engorda.

Com esse número, bem que podíamos deixar passar. Aliás, devíamos. Mas faltou criatividade, e como gostamos de edições temáticas, esse podcast é dedicado aos gays.
E lembrem-se, preconceito engorda.

É, isso mesmo. E a música ser Final Countdown é simplesmente brilhante.

Daft Punk + Charleston
Dancem!

Nunca tinha escutado falar desse tributo ao Beatles até essa semana. É
de 1988, algo beneficente bolado pela NME, com diversos artistas de
expressão dos anos 80.
É bem engraçado, porque cada música tem uma identidade ompletamente diferente da outra (e por sua vez diferente das versões originais — pra mim cover legal é mais versão que cópia fiel).
As melhores (na minha opinião) são Within You Without You, pelo Sonic
Youth (e cantada pelo Ranaldo) e a versão do The Fall de A Day in The
Life (a melhor dos Beatles — se é que dá para esolher só uma).
Se não é um disco excelente, pelo menos é curioso.
The Three Wise Men - Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band
Wet Wet Wet - With a Little Help From My Friends
The Christians - Lucy in the Sky With Diamonds
The Wedding Present with Amelia Fletcher - Getting Better
Hue and Cry - Fixing a Hole
Billy Bragg with Cara Tivey - She’s Leaving Home
Frank Sidebottom - Being for the Benefit of Mr. Kite
Sonic Youth - Within You Without You
Courtney Pine Quartet - When I’m Sixty-Four
Michelle Shocked - Lovely Rita
The Triffids - Good Morning, Good Morning
The Three Wise Men - Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band (Reprise)
The Fall - A Day in the Life

O Arcade Fire mostra em 2007 que não é só Beatrix Kiddo que sobrevive ao funeral. A banda canadense acaba de lançar o sucessor do seu début de 2004. E, no mínimo, mantém o excelente nível.
Aos que viraram fiéis depois de ouvir o disco anterior, deve-se dizer que Neon Bible é o mais próximo de uma experiência “normal” que o grupo pode oferecer. Ou seja, estão presentes os principais elementos de Funeral: há as músicas em crescendo que você aprende sem perceber o refrão depois de ouvir algumas vezes (Ocean Of Noise, Windowsill), as com introduções animadas e quebras de ritmo (The Well and The Lighthouse, Black Wave/Bad Vibration), as que te convertem à primeira audição (Black Mirror e Keep The car Running, que não foram escolhidos singles por acaso) e até experiências com ritmos e instrumentos pouco usuais (é um banjo em Building Downtown ou isso é só impressão minha?). Para aumentar a familiaridade, tem também No Cars Go, já mais que conhecida. E que mais que merecia a regravação.
Principalmente, há nele o que sobrava em seu predecessor. Emoção. Transbordante.
Um aparte: o início de Intervention tem o melhor uso de órgão desde Sebastian Bach. O Johann, não o outro. O que só contribui pra atmosfera religiosa da coisa toda.
Religiosa, sim. Os shows da banda já foram comparados a cultos, alguns inclusive foram realizados em igrejas, há referências claras no nome do disco e em trechos de músicas (Working for the church, while your family died). E,pra completar o álbum é divino. Daqueles que vai dividir os fãs em dois grupos: os que preferem o primeiro e os que acreditam mais no segundo. Ou ortodoxos e reformistas, como vocês preferirem.

Pregando a boa-nova. E eles prometem voltar a esse país de infiéis. Regozijai!
Aproveitem que tem link pra um torrent dele aí embaixo. Pecado é não aproveitar.
P.s.: Teve um outro cara que sobreviveu ao funeral, dizem. Mas vão me acusar de heresia se eu comparar uma banda, mesmo o Arcade Fire, a ele.