Archive for April 2007

header dmoreaux - Por D\'Moreaux

Tracklist e algumas músicas vazadas do novo disco do Arctic Monkeys (faixas com links). Ainda não conferi. De qualquer modo, em segunda (ou terceira) mão, estão aí os links.

Músicas soltas, diversos servidores compartilhamento de arquivo… isso me soa a coisa dos próprios caras.

Quem conferir, favor resenhar nos comentários. Interatividade é isso aí!

01. Brianstorm X
02. Teddy Picker
03. D is for Dangerous
04. Balaclava X
05. Fluorescent Adolescent
06. Only Ones Who Know
07. Do Me a Favour
08. This House Is a Circus
09. If You Were There, Beware
10. The Bad Thing
11. Old Yellow Bricks
12. 505

E os b-sides

Temptation Greets You Like Your Naughty Friend

What if you were right first

Fonte: Poplist

header dmoreaux - Por D\'Moreaux

Confirmado em vários veículos (como aqui, aqui e aqui): Ennio Morricone vem ao Brasil.

Só não vai ser o show do ano, porque não é show, mas um concerto. O criador das trilhas sonoras mais sensacionais do cinema e provavelmente o maior compositor vivo, vai se apresentar no Rio de Janeiro, no Theatro Municipal, no 1° festival Música em Cena, que ainda contará com outras atrações internacionais. Mas não vou fingir. O que importa é o maestro Ennio Morricone.

Se você não conhece Ennio Morricone, nasce de novo. Se não puder fazê-lo, dê uma conferida no currículo do cara — do menos importante ao mais sublime:

1) Ganhou um Oscar pelo conjunto da obra esse ano*.
2) parceria no último disco do Morrissey, na faixa “Dear God, Please Help Me”.
3) Gravou um disco em parceria com Chico Buarque, quando este estava no exílio, apropriadamente chamado Per Un Pugno di Samba
4) Compôs as trilhas sonoras de “A missão”, “Cinema Paradiso” e “Os intocáveis”
5) Foi o compositor mais importante do Spaghetti Westerns (os melhores de todos, filmados na itália nos anos 60).
6) Fez as trilhas de filmes clássicos de Sergio Leoni como “Era uma vez no Oeste”, “Era uma vez na América” e “Quando explode a vingança” (este o mais fraco dos filmes de Leoni, porém com excelentes músicas).
7) Compôs as clássicas trilhas da clássica trilogia dos dólares, protagonizada por Clint Eastwood no papel do homem sem nome.

Perco Radiohead, perco Spiritualized, mas não quero perder o Morricone. Sério, vai valer a pena por todos os shows que me arrependo de ter perdido.

* Quem se importa com o Oscar, quando alguém que ganha o prêmio antes do Ennio Morricone é proveniente da versão americana de Ídolos?

Apr 03

Rockez-vous?

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header janco - Por Janco Tianno

Meu francês, antes que reclamem do título do post, é trés bizarre. Se não sou francófono, entretanto, eu sei reconhecer música divertida quando ouço. E, vai saber porque, essas últimas semanas esbarrei em algumas boas da terra dos queijos fedidos.

Eu nem lembro direito como fui parar na Plastiscines, mas aposto que deve ter sido pela foto, possivelmente acompanhada de algum comentário que eu não entenderia ao lado. Quatro meninas bonitinhas falando francês é o tipo de coisa que chama atenção, fato. Aliás, elas cantam algumas em inglês, outras na língua materna. Abaixo, le clipe de Loser.

Plastiscines - Plastiscines
Un, deux, trois, quatre. Hmmm, quatre.

O primeiro disco se chama LP1, e saiu em fevereiro com boas críticas e vendas, além de bastante atenção da mídia. O som? Bom, as meninas teriam se conhecido num show do Libertines… mas na verdade, me lembra mais de algumas influências (até indiretas) do Doherty, como Stooges e Blondie. Mais garage que post-punk, portanto.

Mais indie, o nome-frase entrega, é a Hey Hey My My (apesar de na verdade estar citando o Neil Young). A banda de dois Julien G. (Garnier e Gaulier, deve ser sacanagem) faz um folk moderninho, mas que não lembra o chato do Devendra (nem o resto da onda freak-folk*), às vezes resvalando no indie-pop/twee. Parece muito - até no nome - com o Oh No! Oh My!, esses americanos.

Do Rock pro eletrônico. Aí é muito mais fácil citar artistas franceses. Air, Daft Punk, Laurent Garnier, Saint Etienne. E, num futuro próximo, Yelle. A moça faz um electropop envolvente, com um mega-hit, Je Veux Te Voir e nenhum disco ainda. O clipe dessa tem legendas, e pelo que eu consegui entender, é trés pornographique. Delícia. Seria também uma resposta à músicas machistas de um rapper chamado Cuizinier, cujo nome eu espero que não signifique o que eu acho que significa.

Ainda mais pop, é a Superbus. Com um pouco mais de chão, a banda foi formada em 1999 e tem três discos lançados. No começo da carreira, foram chamados de No Doubt francês e por menos animador que isso seja, decidiram continuar a tocar. No último disco, as bases aproximam a banda do electrorock, de bandas como Goldfrapp e a também francesa Noir Désir. E tem alguma coisa, possivelmente as guitarras, que me lembram do Garbage. É, snao definitivamente as guitarras. E a vocalista gatinha. Lola, clipe abaixo, é desse álbum.

Volto ao Rock, mas tô roubando. É que a Neimo eu já conhecia há mais tempo, mas quando fui escrever isso aqui resolvi citar. Fazem um indie rock mais puxado pros Strokes, com uma pegada que me faz aproximá-los do Rapture do primeiro disco. Tem potencial, e está tocando nos maiores festivais da França, o que não é lá muita coisa comparando com os que rolam ao norte do Canal da Mancha, mas a gente não está lá mesmo…

C’est fini.

* esse é meu concorrente pessoal a pior rótulo musical da década. aliás, ao menos ele faz sentido: tanto no rótulo quanto no conteúdo, parece que já chegou passado da validade.

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(subpost)

Cuma?!?

Assunto nada a ver, mas merece o comentário rápido. E quando eu já achava que não dava pras bandas emos terem nomes mais ridículos… Vejam vocês mesmos.