Bom, dia 8/12 é dia de Nokia Trends em São Paulo. No line-up, Van She (tanto a banda quanto o projeto eletrônico Van She Tech), She Wants Revenge, a cool banda francesa Phoenix e o duo carioca The Twelves, entre outros artistas. Bem mais eletrônico que a edição passada, mas bastante interessante. Apostam mais é na interação entre música e arte, e prometem um espaço giga voltado pra isso, no Memorial da América Latina.
Como já dissemos antes, a Hang the DJ está no Nokia Team, e além de ganharmos brindes e irmos pra festas de graça, também descolamos uma boquinha pra vocês amigos duros. 50% de desconto no ingresso do Nokia Trends 2007. É, é isso aí. É só escrever pra gente pra pagar R$50* pra curtir o evento. O do ano passado foi aprovadíssimo, e dada a antecedência do planejamento deles, o desse ano tem tudo pra ser no mínimo tão bem organizado quanto.
Pra garantir essa mamata aí, mande email pro nokiatrends@hangthedj.com.br enviando seu nome completo, e o de quem mais você quiser chamar. Só que tem que ser até o dia 30/11, sexta-feira agora.
E enquanto não chega…
Antes disso, ainda tem mais uma Mob Jam, amanhã, aqui no Rio mesmo. É no 00, na festa KZA e tem desconto pra quem enviar email e/ou deixar comentário sim, basta pedir (porque eu esqueci quanto é, hehe).
Pra variar, algumas mp3:
Van She - Cat & The Eye Single novo dos australianos. Mistura o que eles fizeram no EP com o que fazem como Van She Tech. E bem.
Depois da velha história de que o Kid A pode ser transposto com o próprio disco com um delay de 17 segundos, a nova lenda urbana sobre o Radiohead é que “In Rainbows” é o complemento do “OK Computer”. Em resumo, a argumentação giram em torno da quantidade de números 10 aparecendo em material da banda (disco lançado 10/10, com 10 músicas, dez anos após OK Computer, dez dedos no pé do Jonny Greenwood, o nome Thom Yorke tem 10 letras e por aí vai).
Pode ser apenas coisa de fã com alguma neurose, mas a verdade é que o playlist soa divertido (melhor que o Kid 17). A ordem dos discos combinados é:
1. Airbag (OK Computer)
2. 15 Step (In Rainbows)
3. Paranoid Android (OK Computer)
4. Bodysnatchers (In Rainbows)
5. Subterranean Homesick Alien (OK Computer)
6. Nude (In Rainbows)
7. Exit Music (For A Film) (OK Computer)
8. Weird Fishes/Arpeggi (In Rainbows)
9. Let Down (OK Computer)
10. All I Need (In Rainbows)
11. Karma Police (OK Computer)
12. Fitter Happier (OK Computer)
13. Faust Arp (In Rainbows)
14. Electioneering (OK Computer)
15. Reckoner (In Rainbows)
16. Climbing Up The Walls (OK Computer)
17. House Of Cards (In Rainbows)
18. No Surprises (OK Computer)
19. Jigsaw Falling Into Place (In Rainbows)
20. Lucky (OK Computer)
21. Videotape (In Rainbows)
22. The Tourist (OK Computer)
Uma imagem vale mais que mil palavras. Chimbinha, ídolo da música independente brasileira, curte mesmo é um metal. Não qualquer um, mas black metal mesmo.
Vale mais que o “Amnesiac” inteiro. Radiohead tocando a melhor música do Ian Curtis — que não teve tempo de deixar uma gravação definitiva a frente de seu Joy Division. Thom Yorke e Cia fazendo em um ano o que deixaram de fazer nos últimos 10? Há quem diga que sim.
Há tempos sem podcast novo, decidimos fazer uso do nosso Myspace, registrado há tempos, mas nunca usado. No início, pelo menos, muitas coisas mal mixadas, mas não se pode dizer que não estamos tentando.
Nada como ser cara-de-pau. Ter bastante gente no MSN também ajudou. Passei a tarde com “Troco minha alma por um ingresso pro LCD Soundsystem” como nickname, e não é que surgiram interessados em ajudar? Calma, nada tão Faustiano assim. Mas graças à colaboração dos caras do The Twelves e de uma amiga de faculdade, descolei o que eu acreditei ser um negócio justo. E depois de uma tarde de trabalho, alguns chopps e dois temakis, parti pro Circo Voador.
A chuva forte que caía atrapalhou o Multiplicidade, coletivo que se apresentava numa tendinha do lado de fora, perto do bar. Com pouco espaço coberto, acabou ficando longe da maioria que preferiu esperar a atração principal na lona mesmo. Foi nessa hora que eu vi que estava certo: ninguém parece ter pago os abusivos R$200 (R$100 se você fosse estudante) da entrada. Só VIPs, gente em listas, etc. E os cambistas do lado de fora vendiam por preços entre R$60 e R$80. Aposto que quando começou o show, isso caiu ainda mais.
E o show… Ao vivo, o LCD Soundsystem é uma banda de Rock. É bom lembrar disso. James Murphy é vocalista e percussionista. Percussionista é um termo que é melhor explicar. Percussionista é o Ivo Meirelles. James Murphy só com o cowbell faz mais barulho que a indústria agropecuária brasileira inteira. E ainda toca metade da bateria, se arrisca nos teclados em algumas músicas e canta. Timidamente, entre uma e outra música, ele até arrisca um “obrigado”, e o indefectível “you are the greatest crowd ever”. O resto da banda se comporta muito bem. O baixista é os cornos do Thurston Moore, a tecladista tem cara de Yoko Ono coreana, até pelos gritinhos e guitarra e bateria seguram muito bem a pressão.
A banda teve alguns problemas no início do show, que fizeram com que os silêncios entre as músicas ficassem mais longos do que deveriam. Nada que chegasse a tirar o entusiasmo das - chuto - 2000 pessoas que estavam lá na lona, apesar da chuva, do preço dos ingressos e tudo mais. E que foram brindados com um show que não é electro + rock + punk como foi anunciado nos lambe-lambes pela cidade e sim tudo isso junto, e muito mais. Daft Punk Is Playing at My House foi a segunda, e serviu bem à tarefa de deixar todo mundo pronto pro que viria depois. Petardo depois de petardo, groove depois de groove. E muito cowbell. Muito.
Destaque pra All My Friends, que já era uma das músicas do ano antes do show e agora tá lá absoluta, pela força que ganhou ao vivo. Uma pena que pra pergunta “Where are your friends tonight?” a resposta fosse “tiveram que ficar em casa porque estão cobrando os tubos nesse ingresso”. Get Innocuous e a cover de No Love Lost do Joy Division já no bis. O encerramento foi o mais inesperado: New York I Love You (But You’re Bringing Me Down), à meia luz, em arranjo minimalista. E cantada pela maior parte da platéia à plenos pulmões.
E foi assim que foi. Tomara que da próxima vez eu não precise da minha cara-de-pau pra pagar um preço justo. Porque eu pagaria de novo, feliz. E gostaria que mais gente pudesse ter visto o que eu vi ontem.
Depos do show, o The Twelves começou um belíssimo set. O público já mais disperso (e depois das 2h da manhã de uma sexta chuvosa, num espaço razoavelmente aberto, não era pra menos) dançava na pista ao som da dupla que é tão divertida ao vivo quanto nas gravações que já rolavam por aí. Pena que não os encontrei antes pra agradecer pessoalmente pelo favor da lista. Mas com certeza terei outras oportunidades de vê-los ao vivo. Até porque ontem, eu tava morto, e acabei saindo depois de pouco mais de 30 minutos deles tocando. Mas estão muito de parabéns.
(Faço update aqui assim que arrumar fotos/vídeos do show, apareçam.)
Circo Voador: I love you, but you’re bringing me down
James Murphy é meu ídolo, o The Twelves é um duo muito mais que só talentoso e eu adoraria ver os dois numa mesma noite, ainda mais num lugar que eu curto e no qual já vi shows memoráveis.
Mas porra, R$200 é sacanagem grossa. Ainda mais quando em São Paulo e BH a inteira custará menos da metade disso.
Não dá. Não rola. O LCD Soundsystem eu vejo em outra oportunidade (hopefully) e o The Twelves eu tenho certeza que acabo vendo por aqui mais cedo ou mais tarde.
Como as bandas continuam sendo excelentes, ficam duas mp3 de prêmio de consolação, pra mim e pra quem mais não vai poder ir:
The Twelves - I Feel Fine
Os remixes deles são ótimos, mas também curto as músicas próprias. E essa tem vocal feminino, coisa que eu sempre gostei.
Mas os comentários homofóbicos na linha de “Mas a imigração inglese está muito certa, isso naum é homem, naum é mulher, é uma coisa horrorosa.” (sic quíntuplo) são ainda piores. O festival da falta de noção ali é que devia valer deportação.
Já que as notícias não ajudam…
E porque tão aparecendo no YouTube os vídeos gravados pelo próprio Terra, e sempre é válido pôr mais coisa na roda.
The Rapture - House of Jealous Lovers:
Entenderam aquilo que eu tinha dito sobre as músicas se emendarem umas nas outras a partir do baixo ou da bateria? E só eu acho que essa música tá com muito mais groove?
Datarock - Fa-Fa-Fa
Pena que a gravação foi direto da mesa e sem microfone pra platéia. Porque tava todo mundo cantando junto aí. (Aliás, todas as músicas tão com os créditos errados, né?)
Datarock - Bulldozer
Outra dos noruegueses, porque nessa da pra ter uma idéia melhor da reação do público. Foi a primeira do show, acho. Ouvi do lado de fora, na fila pra entrar.
Kasabian - Shoot The Runner
A primeira do show, com direito a Ennio Morricone de trilha pra entrada da banda no palco.
Ah, tem links pra (quase) todas as músicas do show do Kasabian aqui, cortesia da Erika.
Foi tanto esmero na organização que parecia até provocação com o TIM Festival (principalmente o de SP). O Planeta Terra contou com shows pontualíssimos, filas sempre abaixo dos 3 minutos (ok, não estava tão cheio assim também), estrutura legal e staff simpático. Sério, o festival foi impecável do ponto de vista da organização. Tirando pros menores de idade que parece que foram barrados aos montes. Mas aí já é outra seara. E como não sou pirralho, tô pouco ligando.
A pontualidade atrapalhou um pouco. Eu pretendia ver ao menos uma parte do show do Tokyo Police Club, mas quando cheguei na fila de entrada percebi que isso não ia rolar. Do lado de fora dava pra ouvir Bulldozer, do Datarock. Entrei o mais rápido possível, encontrei o galpão onde os noruegueses já se apresentavam e…
Datarock
… eles emendaram, uma atrás da outra, algumas das minhas preferidas. I Used To Dance With My Daddy, Computer Camp Love e Sex Me Up colocavam um público bem grande - provavelmente de fãs do CSS e Rapture em sua maioria - pra pular e dançar. Musicalmente em algum lugar entre o New Rave e o Talking Heads, o show me lembrou muito a noite em que eu vi o Super Furry Animals levantar a Copa do Mundo, na primeira edição do TIM. Bandas que se divertem tanto assim no palco merecem a aclamação, e não foi pra menos. Quando começou a linha de baixo de Fa-Fa-Fa, o galpão inteiro respondeu em uníssono à pergunta de Fredrik Saroea “Do you know the name of this song?”.
O vídeo é tosco, mas dá pra ter uma idéia de como foi. Se achar um melhor depois, troco
E quando eu achava que isso seria o final, eles me fazem uma das coisas mais surreais que já vi em show. Um karaokê. De I’ve Had The Tie of My Life. É, a de Dirty Dancing. Um galpão inteiro cantando Iiiiiiiii’ve had the time of my liiiiiiiiiiiife / No, i never felt this way befooooore / Yes, I sweeeeeear it’s the truth / And I owe it all to you”. Enquanto isso, aproveitavam pra fotografar o público, se jogar na galera e tudo mais.
Foda. Muito foda.
Lily Allen De vestidinho roxo, microfone verde-neon combinando com as unhas, havaianas (e depois descalça) e transbordando carisma, a menina esqueceu letras, enfrentou alguns (poucos) problemas com o som, riu meio tímida das próprias piadas, admitiu que tinha bebido um pouco demais antes de subir no palco, cantarolou música do headliner e falou que “fuckin’love Kasabian” e basicamente encantou os fãs que estavam lá. Transbordava carisma, e era fofíssima.
A banda é azeitada e tudo mais, mas os intervalos entre as músicas eram longos. Sorte que Lily acabava sempre falando alguma besteira e ajudava a passar o tempo. Na metade do show, muita gente começou a debandar do palco principal pro galpão indie, onde o CSS ia começar. Fiquei, e fui brindado com uma cover de Gangsters do Specials, outra de Everybody’s Chaging do Keane e finalmente a de Heart of Glass, muito boa mesmo.
Lily Allen esquece a letra de Not Big e confessa: “I’m a little bit drunk”.
Ao final da simpaticíssima apresentação, corri pro
Cansei de Ser Sexy
E ouvi Let’s Make Love and Listen to Death From Above. E só, porque era a última do show deles. O galpão transbordava gente, e tive a impressão de que foi o show mais cheio da noite. A platéia cantava junto, e muita gente em volta depois comentava que o show foi bom. Não pude julgar, mas acho que pode muito bem ter sido. Vamos ver se eles não aparecem pelo Rio quando estiverem gravando o disco novo. Aliás, rolou uma nova no show, e quero ouvir.
Quero entender essa roupa da Lovefoxxx, alguém consegue explicar?
Devo
Confesso o pecado indie: assiti a menos da metade do show do Devo. Mas peguei uma sequência fuderosa de Whip It, Secret Agent Man, e a cover de Satisfaction. Estava foda, e eu hesitei muito pra sair ali, mas tinha que dar outra chance ao
The Rapture E não me arrependi. Em 2003, saí depois do já citado show do SFA pra descansar um pouco (tinha White Stripes logo depois) e não prestei atenção na banda de NY. Só conhecia uma música, a óbvia House of Jealous Lovers, que inclusive eu achava meio histérica demais. Não sei se foi tanto o meu gosto que mudou, mas fato que o som deles passou a me agradar muito mais com o último disco.
Daí voltei ao galpão indie, e assisti a uma apresentação cheia de neon e totalmente pista de dança. Muitas vezes eles aproveitavam pra emendar uma música na seguinte, inclusive fazendo isso na hora do bis, com a banda quase toda saindo do palco e voltando aos poucos, um instrumento entrando de cada vez. Platéia empolgada, banda empolgada (apesar de falarem pouco com o público), ótima apresentação.
E vale a obs: o som da banda mudou sim, e pra melhor. Achei a própria House of Jealous Lovers bem diferente, com muito mais groove. Seria foda se eles relançassem ela nessa nova roupagem como single, aliás. Ah, e Olio também. Mas o grande destaque foi pras músicas do Pieces…, como The Devil, Don Gon Do It e Get Myself Into It, apoteótica.
Kasabian
O show do Rapture acabou pontualmente a 1h, horário previsto pra entrada do headliner. Aí, o único atraso do festival. De 25 minutos. É, isso. E parte deles pra organização agradecer ao público, e convidar todos pra uma reapresentação do dupla de djs Layo & Bushwacka no galpão indie, bela sacada. A festa não precisava terminar.
Eles têm pretensão pacas, se acham e demonstram isso. Sergio Pizzorno faz pose de guitar hero, Tom Meighan tem pose e a banda chama o público pra participar o tempo inteiro. E ainda bem que são assim. Porque o Rock precisa de empáfia, porra. E se uma banda quer ser grande, tem que agir de acordo.
E o Kasabian fez um show de gente grande. Ao vivo, a banda lembra muito o Oasis pela atitude (e eventualmente no som, como em By My Side). Musicalmente, ficam muito mais pra uma mistura de Primal Scream e Happy Mondays, com ecos até de Verve e Suede. Aliás, a banda cresce MUITO ao vivo, e dá pra notar muito mais as influências, o que é sempre muito bom.
No meio do show, citaram ainda The Kinks e Primal Scream, falaram de futebol (e fizeram piadas sobre os anúncios de Viagra com o Pelé: “he’s got some erection problems, doesn’t he?”). No fim das contas, foi um show do caralho, feito pro ar livre e pra fechar uma grande noite da única maneira possível: espantando o cansaço com peso e pose.
Tom Meighan tem a pose, tem a manha. E tem também barriga de chopp.
Meus parabéns ao Planeta Terra. Supostamente, dá pra ver os vídeos de todos os shows aqui. Eu não tô conseguindo, mas pode ser só comigo.
Datarock pedindo ao fotógrafo da produção pra tirar foto deles com a galera vibrando ao fundo. Acho que eles tiveram mesmo o time of their lives.
Já que esse fim-de-semana estou me mandando pra SP achei legal fazer outro post de preparação, como o que rolou pro TIM Festival. Só que dessa vez em português mesmo.
O que foi feito no sábado.
A festa desse sábado na Pista 2 do Fosfobox foi uma celebração da vida, não só do meu aniversário. A Hang the DJ como festa está de volta, feito fênix. Uma fênix meio bêbada que mistura Björk e pancadão e que em breve vai rolar com toda a divulgação que merece. Vocês saberão quando atingirmos a estratosfera.
O que vocês vão fazer na sexta? Essa sexta, toco no Dama de Ferro, na Se Joga da Miss Playmobil. No line-up tem também Winning Electro, ou seja é uma noite que reúne TODOS os djs cariocas cujos nomes de guerra são inspirados por jogos de futebol de computador. Partiu? Lista-amiga aqui, ou pedindo por email/comentários. E o flyer ao lado tem um ‘ene’ a menos no meu nome, tsctsc.
Datarock - I Used To Dance With My Daddy (Metal on Metal Remix)
O Datarock é uma banda esquisita da Noruega. O Metal on Metal é um trio de djs bizarro da Lituânia, e isso é um trecho da bio deles: “They call themselves “Nesakyk Mamai!” (eng. Don’t Tell Ya Mom) and play riot music to dance to. Some dancers manage to make out or fade out. No casualties. Few babies born comming year.”. A internet é uma coisa linda.
The Rapture - Sister Saviour (DFA Vocal Remix)
Eu curto muito o segundo disco da banda novaiorquina, e seria natural incluir algum dos trocentos remixes das músicas dele disponíveis por aí… Mas, fui procurar um e dei de cara com esse, de uma do Echoes, e achei muito legal. Então taí.
Bonde do Rolê - Office Boy (CSS Remix)
Eu ultimamente tenho curtido mais os remixes feitos pelo Canseide que os de músicas deles. Parece que vem música nova no show, vamos ver quando começam a pipocar nas pistas. Enquanto isso, paguei de pleibói.
Kasabian - Too Much Too Young
Outra da coletânea da BBC. Aqui o Kasabian vai de ska, fazendo cover dos Specials. Nada muito fantástico, mas a música é divertida. Além disso, não achei bons remixes do Kasabian, o que não faz muito sentido. Pô, nem de Empire?
Tokyo Police Club - Cut Cut Paste
É sempre uma incógnita ir assistir a um show de uma banda que só lançou um disco. De uma banda que lançou um com 7 músicas, que não chega a ter 40 minutos , ainda mais. Vamos ver o que o TPC vai apresentar. Aqui fica a oitava deles, que foi bônus track na versão Reino Unido do A Lesson In Crime.
E ficamos por aqui. Mais notícias de minha parte quando eu estiver de novo no Rio.
Cês talvez já tenham notado esse link aí do lado nos posts recentes. O Mugg é um espécie de Digg só de notícias de música, e brasileiro. Curto iniciativas que envolvam música e web 2.0, ainda mais quando elas colocam a gente nos destaques, então tô apoiando integralmente. Podem muggar nossos posts à vontade.
SOBRE
Hang the DJ é Janco Tianno, D'Moreaux e Eduardo Mulder. É coletivo, festa, blog, produções próprias e o que mais der na telha.