Antes de mais nada: Juliette Lewis é uma excelente atriz. Se eu quisesse pagar ingresso pela interpretação, ia ao teatro. E eu curto muito o primeiro disco do Killers. Mas no segundo tem Bling, e eu acho que uma banda que faz isso não merece meu dinheiro. Portanto, ignorei solenemente a hipótese de gastar uma pequena fortuna por essa dobradinha. Muita gente elogiava no fim, e até às 6h eu via gente andando (cambaleando, na verdade) pela Marina da Glória com a peninha azul que eu realmente espero que tenha sido distribuída e não comprada ou combinada por fã-clube.

Por esses motivos, a razão do meu deslocamento até lá ontem era basicamente uma só: Gregg Gillis, também conhecido como Girl Talk. E… bom, eu ainda não consegui descrever muito bem pra mim mesmo o que aconteceu ontem, mas vamos dizer que eu estou considerando a inclusão de um cara e seu laptop nos melhores shows da minha vida.

O cara pegou uma pista vazia: a apresentação do Spank Rock foi bem burocrática, o que fez muita gente mudar pra tenda funk e pra eletrônica. Andei pelas duas, mas a do funk estava insuportavelmente cheia e quente, enquanto a eletrônica não me empolgou muito. Logo no início da apresentação (não, não dá pra chamar de set), ele fez o esperado: pôs o máximo possível de gente em cima do palco. Não fosse um babaca que arrumou confusão com o segurança exatamente na minha frente, eu teria subido também.

Mesmo de lá de baixo, a mistura era absurdamente coerente e empolgante ao vivo. Não dá pra enumerar os samples, mesmo que eu tentasse anotar. Eles vinham à uma velocidade e frequência tão grandes que enquanto você pensava “Ei, isso não é o solo de…” ele já emendava com “caralho, é a base da…”.

Quando eu crescer, quero ser que nem ele.

Pretendo arrumar vídeos e pôr aqui, assim que aparecerem no YouTube. Rolaram também umas fotos dele no meio da galera, pisando no meu pé que eu tenho que pegar, posto depois.

Ah, na sexta fui ao Hot Chip/Arctic Monkeys, e me diverti bastante. Mas depois de ontem, não dá pra falar de outro show. Talvez mais pra frente eu lembre de escrever a respeito.

Em tempo: e essa aqui é a notícia mais bizarra do Tim desse ano ou não?

Já que ficou faltando uma mp3 do cara naquele último post, aqui vai uma:
Girl Talk - Friday Night

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En homenaje a los dos ebentos de hoy, que són el Día Internacional de Hablarse Portuñol y, claro, el TIM Festibal, hacerejé un póst con algunas mp3 de los artístas, y comentários en lá lngua oficiale del día. Peró, hacerejé un post de cobers y remixes, o sea, con bersiones diferentes de las coñecidas…

¡Porque és uenda!

Kate Nash - Fluorescent Adolescent (Arctic Monkeys)
Una hermosíssima cober de una guapíssima chica. Kate Nash és una cantora que siegue la liña de Lily Allen. Acá, ela está a tocar Fluorescent Adolescent, del secundo disco de Los Macacos Arcticos.

Ladytron - Destroy Everything You Touch (Hot Chip Remix)
Un de mios remixes más preferidos de Hot Chip. En esta música, los chicos de la banda inglesa reestructuran el hit de Ladytron, y hacen el trabajo muy bien. Comeciando quase minimal, el remix siegue etéreo, fluydo, y derripiente explód en sonidos y texturas.

Cat Power - Wonderwall (Oasis)
Chan Marshall en brebe (en el inicio de dos mil y ocho) tenerá su disco de cobers à benda. Esta bersión, todabia, no estará en el disco. És una grabación en las Peel Sessions de la Radio 1 inglesa. Y és hermosíssima, hacendo una música que muchos já escucharan a la exaustión sener nobamente comobente.

The Killers - Tranquilize (ft. Lou Reed)
Ninguién menos que Lou Reed és el conbidado de honor deste nuebo single de Los Killers, Tranquilize. Esta música és el primer single del supuesto albun de compilación de los Machadores, con b-sides y raridades que la banda nuerte-americana estaría a grabar, llamado Sawdust. Buenas, cuemo será el álbun no sabemos, bisto que el disco de 2007 és una buemba!

Juliette & The Licks - Got Love To Kill (MSTRKRFT Remix)
Como tuedos sabén, yo soy un gran fan de los remixes de MSTRKRFT. En este, ellos trabajan con una de las músicas más coñecidas de la actriz y guestosoña Juliette Lewis. Y las batídas electrónicas del electro combinam muy bien con el bocale y las guitarras. ¡Muy fuerte!

Y és esto por ahora. Más una bez, el Hype Machine salbaba el día acá en mio trabajo quando me toqué de poner las músicas que escuchaba acá! Aprobechem!

¡Hasta más tarde en la Marina de la Glueria!

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