Daquelas coincidências que provam a teoria dos seis graus de separação.

A melhor amiga da amiga dinamarquesa da minha mulher disse que vinha ao Brasil acompanhar o namorado, cuja banda ia tocar aqui no Rio.

Descobrimos que o tal namorado é Aaron Dessner, baixista do National. Como nunca vieram para o país, o casal decidiu chegar uns dias antes para conhecer o Rio, e depois de recomendarmos opções baratas de albergues, eles decidiram ficar lá em casa (na Tijuca) como modo de conhecer e se integrar melhor ao cotidiano da cidade. Chegaram ontem, comemos no Baixo Gávea (não, não foi a tão famosa e superestimada picanha do Braseiro, mas um bom filé a Osvaldo Aranha), descobrimos que ele é um ferrenho defensor do Obama (legal, tem um engajamento parecido com o que tenho pelo Gabeira, salvas as devidas proporções), e só voltam para Nova York dia 2, a tempo das eleições americanas.

Então, se você passou ontem pela Saens Peña e alguém parecido com o baixista ou guitarrista do National (são irmãos gêmeos), era o próprio.

The National no David Letterman

The National - Mistaken For Strangers

Comentei aqui, Matias em seu blog e opiniões acabam tomando forma de campanha

Bem, para sonhar ainda não tem que pagar imposto.

Se rolar, vai ser um…

Depois de cancelar os one-hit wonders do Gossip (alguém se importou) e dar como opção para quem comprou ingresso receber outro ingresso para qualque atração (hein? tá sobrando tanto ingresso assim?), é cancelada a vinda do reverendo Paul Weller, uma das poucas atrações de verdadeiro destaque (pelo menos para mim — era o único show que eu ia ver).

OK que o Tim Festival sempre prezou o ambiente semi-intimista em espaços para no máximo 4 mil pessoas, mas essa equação de atrações fracas + preços estúpidamente caros parece que está resultando em pouco interesse do público e, o que é pior, pouco interesse dos artistas (o Gossip pronunciou-se dizendo ter havido um trágico conflito de agendas, e o Paul Weller teve problema com o visto do pianista — e convenhamos, agendas e vistos são coisas que precisam ser vistas com um pouco mais de antecedência).

E assim caminha o últimos dos grandes festivais de rock do Rio. Não me surpreendo se não acontecer por aqui ano que vem, ou se mudar de nome mais uma vez.

Paul Weller não vem mais pro TIM Festival.

A culpa dessa vez é da burocracia. Mais na Folha.

Isso o twitter do Festival não fala, né?

Oct 28

Pílulas Timfa

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Ingresso caro, vans que deixam você longe da entrada (no meu caso, como cheguei mais cedo, o mané da van errou o caminho e se recusou a enfrentar o mega engarrafamento no aterro e me deixou na passarela mais próxima, ou seja, a cinco minutos de caminhada da Marina da Glória), filas dantescas (a primeira logo na entrada, antes do curral pelo qual era obrigado a passar), obras terminando em cima da hora, bebidas caras (água Schin a 4 reais?), e minha particular falta de ânimo com esse Tim festival. Nada disso conseguiu impedir que a noite de ontem fosse umas das melhores da minha vida, graças a apresentação de uma moça de quase 42 anos e energia de 20 adolescentes anfetaminados.

Björk é vida, tinha que ser direito de toda humanidade poder conferir ao menos um show dela em vida. Finalmente pude riscar da listinha de arrependimentos ter perdido os dois últimos shows dela no Brasil (em 96 e 98, respectivamente no Free Jazz — que não pude ir pela idade — e Close Up Planet — na ocasião, preferi conferir o show do Prodigy ao da diva islandesa, fato pelo qual me arrependia amargamente até ontem).

Cada show dela, em cada fase da carreira é um show diferente, mas apesar da passagem do tempo, a energia e vibração que emanam daquela mulher (absorvidaa e amplificadas pela multidão a sua frente, retornando ao palco em um curto circuito orgástico) é tão intensa que pouco importa que o último disco que eu tenha escutado dela direito tenha sido o Homogenic. Foi um show para marcar a vida.

Antony & The Johnsons. Não sabia que ele era tão gordo. Mas o que ele tem de grande, também tem de sensível e simpático. Excelente show, carismático, intenso, bonito. Delicado como as hipopótamos dançantes de Fantasia. E isso é um puta elogio.

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En homenaje a los dos ebentos de hoy, que són el Día Internacional de Hablarse Portuñol y, claro, el TIM Festibal, hacerejé un póst con algunas mp3 de los artístas, y comentários en lá lngua oficiale del día. Peró, hacerejé un post de cobers y remixes, o sea, con bersiones diferentes de las coñecidas…

¡Porque és uenda!

Kate Nash - Fluorescent Adolescent (Arctic Monkeys)
Una hermosíssima cober de una guapíssima chica. Kate Nash és una cantora que siegue la liña de Lily Allen. Acá, ela está a tocar Fluorescent Adolescent, del secundo disco de Los Macacos Arcticos.

Ladytron - Destroy Everything You Touch (Hot Chip Remix)
Un de mios remixes más preferidos de Hot Chip. En esta música, los chicos de la banda inglesa reestructuran el hit de Ladytron, y hacen el trabajo muy bien. Comeciando quase minimal, el remix siegue etéreo, fluydo, y derripiente explód en sonidos y texturas.

Cat Power - Wonderwall (Oasis)
Chan Marshall en brebe (en el inicio de dos mil y ocho) tenerá su disco de cobers à benda. Esta bersión, todabia, no estará en el disco. És una grabación en las Peel Sessions de la Radio 1 inglesa. Y és hermosíssima, hacendo una música que muchos já escucharan a la exaustión sener nobamente comobente.

The Killers - Tranquilize (ft. Lou Reed)
Ninguién menos que Lou Reed és el conbidado de honor deste nuebo single de Los Killers, Tranquilize. Esta música és el primer single del supuesto albun de compilación de los Machadores, con b-sides y raridades que la banda nuerte-americana estaría a grabar, llamado Sawdust. Buenas, cuemo será el álbun no sabemos, bisto que el disco de 2007 és una buemba!

Juliette & The Licks - Got Love To Kill (MSTRKRFT Remix)
Como tuedos sabén, yo soy un gran fan de los remixes de MSTRKRFT. En este, ellos trabajan con una de las músicas más coñecidas de la actriz y guestosoña Juliette Lewis. Y las batídas electrónicas del electro combinam muy bien con el bocale y las guitarras. ¡Muy fuerte!

Y és esto por ahora. Más una bez, el Hype Machine salbaba el día acá en mio trabajo quando me toqué de poner las músicas que escuchaba acá! Aprobechem!

¡Hasta más tarde en la Marina de la Glueria!

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So Sorry

Cantora e musa indie, Feist não vem mais ao TIM Festival. É o que diz a Folha.

Mundo injusto esse em que o White Stripes cancela shows (supostamente) por uma sex tape da Meg e a Feist ficar em casa por causa de uma labirintite. Pra quem comprou entrada, vale ficar ligado no site do evento, que ainda não deu a notícia, mas deve pôr em breve como fazer pra trocar ingressos, coisa e tal.

UPDATE: Via Twitter oficial do festival a organização confirma que a gata não vem mais. E que será substituída por Antony and the Johnsons na sexta, no Rio, e por Cat Power no sábado, em São Paulo. E quem quiser o dinheiro de volta, pode passar nas bilheterias dos shows.

Nokia: Van She Wants Resistance

O Nokia Trends confirma mais duas atrações pro festival que já tinha no line-up o duo australiano Van She e acontece dia 08/12 no Memorial da América Latina, em SP. São elas o duo californiano She Wants Revenge e o combo techno-jazz de Detroit Underground Resistance.

A apresentação completa do festival é hoje mas (apesar de convidados pela organização que nos mima) não vamos poder comparecer. É que é no Itaim e tal. Mas assim que chegarem as novas (e esperamos que sejam boas) mandamos por aqui. E vamos ver se vai ser mais uma ponte-aérea nesse fim-de-ano com cada vez mais motivos pra querer viajar.

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