(cobertura em tempo real, uhu! Viva a coletiva de imprensa em webcast!)

O Skol Beats 2008 vai ser dia 27/09, em São Paulo.

Skol Beats 2008Onde, com quem, e tudo mais, ainda não se sabe. Porque esse ano a idéia é que o formato seja totalmente escolhido pelo público. No fórum (que entra no ar às 16h de hoje), o público é convidado a escolher atrações internacionais e nacionais, VJs, local (inclusive se vai ser in ou outdoor), horário e até instituições sociais que vão receber doações da organização.

Um moderador convidado por dia, cujo trabalho vai ser mediar as discussões entre os participantes, que espera-se, tomem vulto. Na lista de moderadores do fórum (o papel exato deles não ficou muito claro, mas pode ser que tenham explicado quando eu precisei trabalhar :P ), gente como Léo Madeira, Lúcio Ribeiro, Igor Cavalera, etc.

Pra explicar melhor a mecânica: primeiro o público vai dar sua opinião, de forma totalmente livre. A partir daí, vai ser montado um shortlist de 14 nomes, com as 7 mais votadas entrando no festival. A idéia não é só contabilizar os nomes mais votados, mas entender que estilos são os mais desejados. Os votos são através do portal, e também por celular e nos pontos de venda, em cédulas.

O resultado de tudo isso vai ser divulgado no dia 22/08, um mês (e uma semana) antes do evento. A participação inclui também o envio de fotos e vídeos que vão ser utilizados de base pro trabalho de VJs. E o negócio não para por aí, porque eles já querem começar esse ano a preparar o evento do ano que vem. Em Outubro querem lançar o embrião do Skol Beats 2009.

UPDATE:
Uma coisa que me perguntaram durante a cobertura via twitter: abrir pro público geral, ainda mais fora da internet, não vai fazer o festival tomar rumos muito comerciais? Ou, melhor ainda: vai virar rave de Psy-Trance? Vai ter Infected Mushroom? Os produtores respondem que querem representatividade de estilos, e que querem manter no DNA do evento a busca por novidades e tendências. Equilibrar isso vai ser o grande desafio mesmo. Vamos ver se vão conseguir.

Em todo caso, a idéia é moderna e ineteressante o bastante por si só. Eles próprios não souberam dizer se alguém já tinha posto um festival totalmente nas mãos do público. Eu também não lembro disso. Participação já vi várias vezes e em vários níveis, mas nesse caso, é co-criação mesmo.

E claro que vai gerar muito buzz.

Mugg esta noticia, tio!

header mulder - Por Eduardo Mulder

Segundo o Google Trends é em Barcelona onde mais se procura por indie pop no Google.
Em segundo lugar está Estocolmo. Claro!

Curiosamente em sétimo está Lima. E na frente de Londres!

header janco - Por Janco Tianno

James Murphy vem aí

E o LCD Soundsystem vem mesmo ao Rio. No Circo Voador, dia 16/11. E quem confirma é o Pollstar, que não costuma dar bola fora. Aliás, é mini-turnê mesmo: tem datas pra SP, Brasília e Belzonte, também, manja:

Tue 11/13/07 Sao Paulo, BRA Via Funchal
Wed 11/14/07 Belo Horizonte, BRA Elektronika Festival
Fri 11/16/07 Rio De Janeiro, BRA Circo Voador
Sat 11/17/07 Brasilia, BRA Marina Hall

Pagaram quanto?

E aí, deram quanto no In Rainbows? Pus £2,35 na conta do Radiohead. Mas tô quase indo lá completar 3 libras só por causa do arranjo de Faust Arp, ô música bonita. Como uma banda grava várias músicas que já estavam em shows faz tempo (algumas como Nude já eram tão velhas conhecidas que neguin nem esperava mais que entrassem em disco de carreira) e mesmo assim faz tudo parecer coeso desse jeito?

Teoria: o The Eraser foi o disco que salvou o Radiohead. Thom Yorke gastou no disco-solo do ano passado todas as suas esquisitices e eletronices chatas. E a banda voltou a soar como… banda. Ainda bem. Confesso que ainda não consegui ouvir o disco com toda a calma que ele merece, mas já tô curtindo, e muito.

Quarentona

E a razão pr’eu ainda não ter dado ao disco novo do Radiohead toda a razão qeu ela merece é nobre, nobílissima. Atende por Radio 1 Established 1967. E comemora, duh, os quarenta anos da rádio da BBC, com uma compilação e tanto. São 40 músicas, cada uma representando um ano. Todas por artistas novos (o mais antigo é o Foo Fighters que ataca de Band on the Run, do Wings).

Dá pra falar de várias versões maneiríssimas do disco, mas vou destacar umas poucas aqui. The Streets tocando Your Song (sim, a do Elton John), por exemplo, me deixou de queixo caído. Versão crua, Mike Skinner meio cantando meio declamando. Lindona. Tem também uma versão bem maneira do Franz Ferdinand pra Sound and Vision do Bowie, Stereophonics suingante em You Sexy Thing (sim, Hot Chocolate), Lily Allen igualmente acertando bonito em Don’t Get Me Wrong (sim, Pretenders), The Kooks fingindo levar a sério All That She Wants (sim, Ace of Base) e mais muita, muita coisa.

Só não entendi porque o Raconteurs pôs uma versão ao vivo da música preferida do John Peel, Teenage Kicks.

A lista inteira E o link pra baixar no Worldvix.

E agradeço a Liv por mais uma excelente dica.

O Hype Machine quer ser mais Hype ainda

Babacas!

Se eu pudesse viver sem o Hype Machine, eu não divulgaria isso aqui. Enfim, eles vão lançar uma versão nova do site. Foda. Mas eles só vão fazer isso quando tiverem 10.000 pessoas acessando a página acima. Ao. Mesmo. Tempo. Enquanto escrevo isso, já somos 3377. Venham, divulguem.

Filhosdaputa!

Mas sou obrigado a admitir que a idéia é uma das melhores pra gerar mídia espontânea na web que eu já vi. Fantástica, mesmo. Só o post sobre isso no Digg já tem quase 700 votos. E comentários do tipo “What if 10,000 people NEVER log on at the same time? WHAT THEN?”e “I wouldn’t be cool if it wasn’t for the Hype Machine”. Eu entendo. Eu não seria cool se não fosse pelo Hype Machine.

Malditos!

Mas tudo bem, porque aparentemente, vai ser uma mudança bem bacana. Features bem interessantes e uma cara mais Web 2.0. Hmmmm…

hypem2 - hypem2

Não perca no(s) próximo(s) capítulo(s)

- Festa? É isso mesmo. Festa. Aqueeeeeeela mesmo que você tá pensando.
- A resenha completa do Estúdio Coca-Cola. Porque a gente não foi lá só pra sacanear o ForFunNxZeroDibob. Fomos pra sacanear o Armandinho também.
- Eduardo Mulder, deixando a vida de (esporádico) correspondente internacional pra trás, com um fato não-tão-rápido de Barcelona.